Paris: a cidade luz

22 setembro 2011

Conhecida como cidade luz porque foi berço do grande movimento histórico Iluminismo (luz das ideias) e de muitos outros movimentos e revoluções culturais, sociais e econômicas. E por ser palco de algumas manifestações revolucionárias Paris foi uma das primeiras cidades com iluminação urbana.
No movimento modernista, após a industrialização, os artistas dominaram o uso dos metais em suas criações e um símbolo deste período é a Torre Eiffel que tem uma das mais belas iluminações de Paris.

Segue abaixo um video do canal EMRAMALHO apresentando a cidade luz, Paris.

Luz no makeup?

Estamos acostumados a ver sombras brilhantes e coloridas enfeitando o rosto das moças, mas não é bem sobre esse tipo de maquiagem iluminadora que quero tratar. A indústria dos cosméticos é uma loucura, para não dizer uma selva, a cada dia lançam um aplicador que dure mais, seja a prova de água, fogo, terra e tudo mais. Há algum tempo circula no mercado o iluminador, pode ser encontrado tanto líquido quanto em pó, que com pequenas partículas refletoras de luz deixam o rosto brilhante. A dica é usar a noite e deixar o efeito bem sutil para não parecer um manequim.
Iluminador Contém 1g


Modelo com Iluminador (Créditos: Dia de Beuté)

O Fogo da Tocha Olímpica

21 setembro 2011

A Tocha Olímpica é o símbolo mais representativo dos Jogos Olímpicos. De acordo com o mito grego, Prometeu roubou o fogo do deus Zeus e deu aos humanos. A partir daí, o fogo que arde na tocha representa as características positivas que o ser humano adquiriu: força, sabedoria e persistência.

A Tocha Olímpica é levada de um ponto de partida significativo até o local de inauguração dos Jogos Olímpicos, sendo que a chama acende a pira olímpica e desde 1936 seu traslado passou a ser revezado por várias pessoas.

Tochas Olímpicas


Vídeo em Inglês

Fonte: esportes.br.msn.com

As luzes de Sapporo White Illumination!

Sapporo White Illumination, Hokkaido
Sabemos que o Japão é um dos países mais iluminados, o que muitos desconhecem é que existe um evento chamado Sapporo White Illumination onde são expostos diversos tipos de luzes, tanto em formas esculturais como nas próprias árvores, esse evento anuncia a chegada da temporada de neve na capital de Hokkaido.



O evento acontece desde 1981 e ocupa varias quadras da cidade e mais o Parque Odori. O comércio local também coloca luzes em suas fachadas, tornando as noites ainda mais claras. Com o passar dos anos, as lâmpadas foram trocadas por LED, isso por que além de mais econômicas são sustentáveis, já que podem durar cerca de 30% mais do que lâmpadas comuns.


A iluminação do evento sempre fica até fevereiro, quando as luzes saem e dão espaço para as famosas esculturas de gelo muito conhecidas em Hokkaido.

Sapporo White Illumination, Hokkaido


Fontes: http://www.japaoemfoco.com/japao-iluminado
http://www.fareastgizmos.com/sapporo_white_illumination.php
http://www.white-illumination.jp/en/


Iluminação do ambiente através da cor da tinta

Cor = Economia

Na hora de escolher cores para paredes e tetos, devemos lembrar sempre que as cores claras, como branco, areia, etc., proporcionam a difusão da luz (solar ou elétrica), e por consequência economizaremos energia e material elétrico.
Não serão necessários tantos pontos de iluminação e de lâmpadas tão fortes, quanto em um ambiente pintado com cores mais escuras.

Coeficiente de Reflexão de Algumas Cores


Quadro de reflexão das cores




© iStockphoto.com /IvanWuPI

Fonte:Osram

Candelabros ontem, hoje e sempre.

20 setembro 2011



O Casal Arnolfini
O Candelabro, podendo também conhecido como lustre, foi criado por volta do século XV, onde também começou a ganhar novas formas e ornamentos. Ao escurecer havia grande dificuldade para realizar qualquer tipo de atividade, o candelabro foi uma forma eficiente de propagar a luz nos ambientes, porém não muito eficaz, já que a quantidade de velas era limitada e não havia nenhum material que ajudasse a propagar a luz. No início, tomava a forma de uma cruz de madeira com um número de espigas em que as sendo içado a uma altura adequada em uma corda ou corrente de suspensão de um gancho.
Os candelabros eram objetos de status, já que somente os burgueses possuíam, também eram utilizados em casos especiais. Ele por si só já demonstrava grande luxo e ganhava espaço em algumas pinturas como "O Casal Arnolfini", 
de Edourd Manet (1832-1883).
O bar do Folies Bergère

Em meados do século XVIII, com o desenvolvimento na fabricação de vidros, possibilitou a produção mais barata do cristal de chumbo, fazendo com que os candelabros tivessem maior propulsão de luz e torna-se popular, levando ao lustre de cristal.Hoje em dia os candelabros ainda são muito utilizados, permanecendo a ideia de luxo clássico.



(Crédito: Blog 4.bp)


Fontes: http://www.designboom.com/history/p_chandelier.html
http://www.abbeychandeliers.co.uk/crystal_chandeliers_history.html

Luminárias

Luminária popular
Acredito que muitos que utilizem uma mesa de estudos ou até mesmo no computador, possuam uma luminária simples para que possam enxergar melhor. Uma popularmente conhecida é a da imagem ao lado.

Contudo, o que ninguém imagina é que o design dessa luminária ou como de muitas outras baseadas nessa mesma ergonomia (estrutura) foi criada na Bauhaus por Marianne Brandt (1893-1983) e Hin Bredendieck (1904-1995) em 1928.

Com um design bem elaborado, é possível que o conceito de um produto dure e ultrapasse muitos séculos, se tornando uma grande referência, não só com o design mas pela sua ergonomia e facilidade de uso.

Abajur de Marianne Brandt e Hin Bredensiek, designers de Bauhaus, criado em 1928


Fonte: http://www.marianne-brandt.com/

Como um flash...

Estava pensando como poderia ilustrar o usa da iluminação no dia a dia de um designer. Me veio a cabeça uma aula que eu tive na faculdade de Design Gráfico sobre iluminação em algumas pinturas. Logo podemos imaginar que em fotografias e filmes essas técnicas também são aplicáveis e aqui vai um breve guia para a utilização em fotográfias:

Luz e sombra

Conceito principal para fotografia, não existe boa foto sem um balanceamento entre luz e sombra. (ex.: teríamos um clarão uniforme, uma imagem totalmente escura ou uma figura achatada como um desenho.)

Luz Direta - Muito usada para criar um cenário dramático, pois a luz bate diretamente, sem nenhuma suavização, criando sombras fortes e contornos marcantes.

Luz/sombra direta


Luz Difusa - Essa técnica é mais usada para fotografias claras e naturais, apesar de também vermos as sombras não poderíamos destaca-las. Para fazer esse tipo de iluminação usamos alguns obstáculos como o isopor ou o guarda-chuva, para desviar a iluminação direta e suaviza-la.

Luz/sombra difusa


Claro que foi só uma pequena parte do grande universo da iluminação na fotográfia.
Para saber mais acesse:
http://www.dicasdefotografia.com.br/

A iluminação na arquitetura.

15 setembro 2011

A iluminação é uma parceira da arquitetura há tempos, isso não é novidade.
Mas daremos destaque para o arquiteto contemporâneo que usa sua criatividade para inovar e criar ambientes interessantes. Eu que não sou nenhuma expert em arquitetura, fiz minha pesquisa pelo "olho que tudo vê" Google e li algumas matérias e dicas sobre a manipulação da luz e deixo abaixo minha percepção:

 (crédito: Blog Com jeito a coisa vai)
Regra 1º - Luz Natural

Em um mundo onde as sacolas plásticas correm risco de extinção, não é nada legal abusar na conta de luz. Então o arquiteto cria maneiras da luz natural prevalecer no ambiente ao máximo possível, ajudando o cliente a economizar e a ajudar o planeta. Não pensem um sequer minuto que é uma tarefa fácil, o projeto deve incluir as alterações da iluminação com
o tempo e estações.



Regra 2º - Luz Artificial
 
(Crédito: Casa e Jardim)
Bem sabemos que não podemos depender da luz da lua e dos postes da rua para iluminar nossas casas, se você souber de algum exemplo me perdoe mas isso não é comum. Então entra em ação nosso super-herói na história "O Arquiteto", que organizará o tipo de iluminação artificial adequada para cada ambiente e também imaginará as várias situações que o usuário do cômodo vai necessitar de uma iluminação diferente naquele. Ficou confuso? Me explicarei, vamos supor que você pede a projeção de uma sala de estar tranquila com luzes baixas, para quando chegar do trabalho possa ler um livro e assistir a televisão com conforto, mas imagine que você queira fazer uma reunião com seus amigos em um clima mais animado que confortável, sua iluminação estaria contrastando com seus objetivos.

A iluminação é estética, sensitiva e por que não uma arte na arquitetura.

Luz, câmera e ação

Bienvenue!

Somos estudantes de Design Digital da Faculdade Impacta de Tecnologia. E este blog é um trabalho acadêmico para a matéria História do Design com a coordenação da professora Agda Carvalho.

Nosso blog Lumiere, iluminação em francês, tem como objetivo desvendar o amplo universo da luz e suas diversas ramificações no nosso cotidiano e na história. Poderíamos filosofar sobra a luz ser essencial para a vida, na criação do universo e blá blá blá... Mas preferimos que vocês gastem sua paciência com a leitura de nossos posts escritos com muito carinho e dedicação.




Boa Leitura!