A iluminação na arquitetura.

15 setembro 2011

A iluminação é uma parceira da arquitetura há tempos, isso não é novidade.
Mas daremos destaque para o arquiteto contemporâneo que usa sua criatividade para inovar e criar ambientes interessantes. Eu que não sou nenhuma expert em arquitetura, fiz minha pesquisa pelo "olho que tudo vê" Google e li algumas matérias e dicas sobre a manipulação da luz e deixo abaixo minha percepção:

 (crédito: Blog Com jeito a coisa vai)
Regra 1º - Luz Natural

Em um mundo onde as sacolas plásticas correm risco de extinção, não é nada legal abusar na conta de luz. Então o arquiteto cria maneiras da luz natural prevalecer no ambiente ao máximo possível, ajudando o cliente a economizar e a ajudar o planeta. Não pensem um sequer minuto que é uma tarefa fácil, o projeto deve incluir as alterações da iluminação com
o tempo e estações.



Regra 2º - Luz Artificial
 
(Crédito: Casa e Jardim)
Bem sabemos que não podemos depender da luz da lua e dos postes da rua para iluminar nossas casas, se você souber de algum exemplo me perdoe mas isso não é comum. Então entra em ação nosso super-herói na história "O Arquiteto", que organizará o tipo de iluminação artificial adequada para cada ambiente e também imaginará as várias situações que o usuário do cômodo vai necessitar de uma iluminação diferente naquele. Ficou confuso? Me explicarei, vamos supor que você pede a projeção de uma sala de estar tranquila com luzes baixas, para quando chegar do trabalho possa ler um livro e assistir a televisão com conforto, mas imagine que você queira fazer uma reunião com seus amigos em um clima mais animado que confortável, sua iluminação estaria contrastando com seus objetivos.

A iluminação é estética, sensitiva e por que não uma arte na arquitetura.